Quando os excessos jurídicos viram gargalo
Tem uma coisa que pouca gente admite no mundo corporativo: às vezes, quem trava o projeto não é o cliente, nem o fornecedor, nem o governo.
É a própria burocracia interna.
E, sim, o jurídico pode entrar nessa conta.
Entre minutas intermináveis, cláusulas que tentam prever o imprevisível e versões que vão e voltam… o negócio sofre uma pausa.
A intenção é boa: proteger. Mas o efeito, muitas vezes, é o oposto: perder tempo, dinheiro e oportunidades.
Nem toda relação precisa de um manual de instruções com 50 páginas. Às vezes, o que resolve é um contrato objetivo, com responsabilidades claras e um caminho simples para resolver conflitos.
Aliás, já reparou que, quando um contrato é excessivamente complexo, ninguém entende? Ele deixa de proteger e passa a atrapalhar. Ora, o papel do advogado não é burocratizar a operação, é entregar clareza, segurança e agilidade.
E isso vale para contratos de obras, prestação de serviços, acordos de sócios… tudo.
O melhor jurídico não é o mais complicado. É o mais funcional. É aquele que entende o negócio, simplifica o caminho e traz segurança jurídica sem engessar.
Aprendemos isso no dia a dia, ao lado dos nossos clientes, em reuniões one-on-one, negociando, revisando, ajustando e vivendo cada contrato escrito.
